Porta-bandeira na Cerimônia de Abertura: Wlamir Marques (basquete)
Na primeira vez em que um país asiático foi sede dos Jogos Olímpicos, o Brasil enviou 68 atletas para Tóquio, com apenas uma mulher: Aída dos Santos. Sozinha, ela não tinha condições de entender as orientações dadas em japonês ou inglês. Mesmo assim, competiu no salto em altura, alcançou 1,74m e ficou em quarto lugar.
O basquete masculino conquistou sua terceira medalha de bronze olímpica. Das nove partidas disputadas, perdeu apenas três. EUA e União Soviética levaram o primeiro e o segundo lugar, respectivamente. O segredo do sucesso brasileiro foi a soma da experiência dos veteranos com a disposição dos novos talentos, em uma seleção formada por nomes como Amaury Passos, Wlamir Marques, Ubiratan, Rosa Branca, Edson Bispo e Edvar Simões.
Nesta edição, dois novos esportes passaram a figurar no programa Olímpico e o Brasil estava representado em ambos. No judô, Lhofei Shiozawa disputou a categoria Médio (até 80kg) e conseguiu o quinto lugar. No vôlei, a equipe que contava com Carlos Arthur Nuzman, atual presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), ficou em sétimo.
Na prova individual de saltos do hipismo, Nelson Pessoa Filho (pai de Rodrigo Pessoa), um dos maiores nomes brasileiros da modalidade, classificou-se na quinta colocação.
Basquete
masculino
Bronze
O maior evento esportivo do mundo conta com a participação de atletas brasileiros desde os Jogos da Antuérpia 1920.
O Brasil marcou presença em todas as edições dos Jogos Pan-americanos, que começaram a ser disputados em Buenos Aires 1951.
O evento que reúne atletas de todo o continente também conta com a participação de países da América Central e Caribe.
A Associação dos Comitês Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa realizou sua primeira competição em Macau 2006.